domenica 22 aprile 2012

Ricominciare a 50 anni vendendo ghiaccioli sulla spiaggia





Um casal de vendedores de picolé têm chamado atenção nas ruas e praias de Vitória. O homem se esforça para falar português no papo com os clientes e a mulher empurra o carrinho com muito estilo. Depois de 20 anos morando na Itália, a brasileira Sheila de Albuquerque Machado, 45, e o marido italiano Giuseppe Zanon, 52, resolveram recomeçar a vida em solo capixaba.

A crise que afeta a Europa complicou a situação da família - o casal tem uma filha de 16 anos -, que dependiam do comércio. Para dar a volta por cima e garantir um retorno financeiro imediato, eles resolveram vender picolés.

Experiência

Giuseppe tem 38 anos de experiência comercial e era proprietário de duas lojas da companhia telefônica Vodafone (a maior da Itália), mas ele conta que não valia mais a pena manter o negócio aberto.

"Queríamos recomeçar do zero. Precisávamos fazer alguma coisa, simples e imediata. Até porque, por enquanto, não posso trabalhar em uma atividade comercial formal por ainda não possuir os documentos necessários", diz o italiano.

O casal está vendendo picolés há um mês e meio. E estão se dando bem. Em média, Giuseppe consegue faturar por dia R$ 100 - o total depende da quantidade de picolés vendidos. Sheila recebe um pouco menos, na faixa de R$ 70. Os carrinhos só não circulam nas praias nos sábados, em respeito à religião de Sheila, que é adventista.

"Vender picolé é uma atividade que dá dinheiro, se bem realizada. E é bastante simples, qualquer um pode fazer", garante o italiano da região de Veneto.Sheila e o marido moram em um apartamento próprio em Jardim Camburi. Ela também conta que gosta de caminhar e tem dias que o percurso ultrapassa dez quilômetros.

Giuseppe admite que a atividade é desgastante e que não quer vender picolé para sempre. "É uma forma que encontrei para conhecer o mercado local, como as pessoas se comportam, para entender onde devo investir e a que devo me dedicar futuramente", assinala.

Essa foi também a maneira que ele encontrou para se adaptar. "Falo muito bem o espanhol, e as línguas são parecidas. Já fiz muitas amizades, e é conversando que se conquista os clientes", conta o vendedor.

Daniella Zanotti
dzanotti@redegazeta.com.br



Fonte: http://feedproxy.google.com/~r/VivereInBrasile/~3/7XQNPP1uvtw/ricominciare-50-anni-vendendo.html

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